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    Cultura

    “Sobre Dora e Dores”: longa tocantinense revive memórias do sertão com Marcélia Cartaxo

    Por Núbia Dourado4 de setembro de 20253 minutos de leitura
    Divulgação

    O sertão nortista das décadas de 1970 e 1980 ganha vida em imagens e sons sob o olhar da Cenaberta Produções, que deu início às filmagens do longa-metragem “Sobre Dora e Dores”, dirigido e roteirizado por Kaká Nogueira e Bell Gama. Inspirado na obra da escritora Lita Maria, o drama promete emocionar o público ao retratar uma história de afeto, resistência e transmissão de saberes no coração do Brasil.

    A produção é estrelada pela consagrada atriz Marcélia Cartaxo (Dona Cota), referência do cinema nacional e reconhecida internacionalmente ao conquistar o Urso de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim por A Hora da Estrela (1986). Em 2023, foi homenageada com o Troféu Oscarito no Festival de Gramado, reforçando sua trajetória como uma das maiores intérpretes brasileiras.

    Uma história de amor e resistência

    O filme acompanha a trajetória de Dona Cota, benzedeira e carpideira que, já na velhice, adota a pequena órfã Dora. A partir desse encontro, as duas constroem uma relação de amor, amizade e confiança, enfrentando juntas as dores da perda e os desafios da vida no sertão. Entre rituais, rezas e despedidas, nasce um elo profundo, marcado pela coragem e pela sabedoria das mulheres sertanejas.

    Sertão como cenário e personagem

    As filmagens acontecem integralmente no Tocantins, nos municípios de Marianópolis, Caseara e Pium, revelando a beleza e a força cultural do Cerrado. A trilha sonora original nasce de uma pesquisa sobre a musicalidade regional, incorporando cantos, sons e ambiências que transportam o espectador para a atmosfera do sertão.

    Segundo Bell Gama, o longa busca dar visibilidade às mulheres anônimas que sustentaram comunidades inteiras em tempos difíceis.

    “Esse filme nasce do desejo de dar voz às mulheres que, silenciosamente, foram esteio de suas famílias e comunidades. Carpideiras, parteiras, benzedeiras… figuras fundamentais que, muitas vezes, eram a última fronteira entre a vida e a morte. Queremos revelar esse Brasil profundo com poesia e humanidade”, destaca a diretora.

    Para Kaká Nogueira, rodar no Tocantins reforça o caráter identitário da produção:

    “É uma afirmação de pertencimento. O sertão nortista guarda memórias que precisam ser contadas, e o cinema é um instrumento potente para preservá-las e compartilhá-las com o mundo.”

    Da literatura para o cinema

    Com 90 minutos de duração e classificação indicativa de 14 anos, “Sobre Dora e Dores” já desponta como uma das produções mais aguardadas do audiovisual tocantinense. A força do roteiro nasce da recriação literária de Lita Maria, que celebra a adaptação como a realização de um sonho.

    “Escrevi pensando nas mulheres que conheci e admirei, que enfrentaram perdas inimagináveis, mas seguiram transmitindo amor e saberes. Ver minha obra transformada em cinema é como abrir as páginas e vê-las respirarem diante dos meus olhos”, afirma a escritora.

    Projeto e produção

    O filme é uma iniciativa da Cenaberta Produções, realizado com patrocínio do edital de Audiovisual da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio da Secretaria Estadual da Cultura (Secult) e do Ministério da Cultura (MinC). Conta ainda com apoio institucional das Prefeituras de Marianópolis e Pium. As filmagens começaram em 23 de agosto e seguem até 31 de setembro.

    👉 A ficha técnica completa reúne profissionais de destaque no audiovisual, incluindo nomes como Ernesto Duarte(direção de fotografia), Thiago Omena e Érika Mariano (direção de arte), Fábio Geriz (trilha sonora), além de um elenco com Marcélia Cartaxo, Dominique Bueno, Thiozer Nunes, Buda Lira, Giovanna Máximo, Simone Rebeque e Carlos Francisco.

    Fonte: Ascom Cena Aberta

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