Com diversas participações em eventos nacionais e internacionais de Arte Naif, linguagem focada na espontaneidade e valorização das tradições populares, Carminha, como é conhecida no meio artístico, apresenta a sua primeira exposição individual. Conforme consta no próprio material de divulgação, a mostra sintetiza seu olhar sobre a cultura popular, em especial a tocantinense, e busca reproduzir a atmosfera simples e acolhedora de seu ambiente de criação, e também onde reside, o ateliê ‘Casa azul’, localizado em Taquaruçu.
A ‘Casa azul – o lugar das coisas simples’ conta com a curadoria e expografia de Renata Brum, que explica que a proposta da exposição é convidar o público a ultrapassar a contemplação das obras e experimentar a sensação de entrar no espaço onde Carminha vive e cria, revelando que sua produção artística nasce da mesma simplicidade e afetividade que marcam seu modo de viver.
“A expografia mescla obras e elementos do seu cotidiano para criar um percurso sensorial que remete à Casa Azul, seu ateliê e residência em Taquaruçu”, explica a curadora, que reuniu na mostra pinturas, esculturas e objetos inspirados no cotidiano, nas tradições populares e na cultura tocantinense, em uma experiência que aproxima o público do universo criativo de Carminha.
Sobre a artista
Artista visual Naif, Maria do Carmo Silva, a Carminha, é natural de Minas Gerais, mas radicada em Palmas, mais especificamente em Taquaruçu, residindo no ateliê ‘Casa Azul’, onde cria pinturas e esculturas inspiradas na cultura popular brasileira e tocantinense, abordando memórias, tradições, questões sociais e ambientais por meio de uma linguagem marcada por cores vibrantes e narrativas do cotidiano.
Carminha construiu uma sólida trajetória no circuito nacional da arte naif, participando de bienais, festivais internacionais e mostras em diferentes estados brasileiros, como o Rio de Janeiro; São Paulo; Espírito Santo; Goiás; e Paraíba, e no Canadá.

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