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Cinemark reabre as portas no Capim Dourado na próxima segunda, 17

Cinemark reabre as portas no Capim Dourado na próxima segunda, 17

 

Da Redação e Precisa Ascom

 

O cinema será reaberto em Palmas seguindo protocolos de segurança validados pelo Hospital Israelita Albert Einstein

 

O Cinemark do Capim Dourado Shopping, em Palmas, reabre as portas na próxima segunda-feira, 17 de maio. Conforme informado pela rede, o cinema irá seguir decretos divulgados por autoridade e adotará rigorosos protocolos de segurança validados pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Deverão ser respeitados a capacidade máxima e os horários de funcionamento permitidos em cada município, com espaçamento entre poltronas, filas de espera virtuais e medição de temperatura de todos os clientes antes da entrada para as salas (quando não há checagem prévia na entrada do shopping). Os detalhes, materiais informativos e as salas em operação podem ser conferidos neste link.

Circuito Oficineiro, projeto de Ronaldo Teixeira aprovado no Promic, em Palmas, terá novas datas

Circuito Oficineiro, projeto de Ronaldo Teixeira aprovado no Promic, em Palmas, terá novas datas

 

Da Redação e Ascom Ronaldo Teixeira

 

Em virtude do decreto municipal que proíbe aglomerações nessa pandemia da Covid, algumas datas do "Circuito Oficineiro – Oficina de Formatação de Projetos Culturais", terão mudanças. As oficinas serão realizadas nos dias 29 de maio, e 12, 19 e 26 de junho, das 13h às 18h30 no Plano Diretor (centro); Região Sul; Região Norte; e Taquaralto, em locais ainda a serem definidos. O projeto prevê a realização de oficinas nos quatro cantos de Palmas, Capital do Tocantins. As inscrições - que continuam abertas e são gratuitas - e mais informações podem ser feitas e obtidas no e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo whatsapp (63) 9 9230-3182.

 

Projeto de autoria do escritor, jornalista e gestor cultural Ronaldo Teixeira – um dos aprovados no Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic), da Prefeitura de Palmas, via Fundação Cultural – o "Circuito Oficineiro – Oficina de Formatação de Projetos Culturais" prevê a capacitação de artistas e produtores culturais das mais variadas áreas, para formatação de seus projetos culturais dentro das coordenadas adotadas pelo Edital Promic, da Prefeitura de Palmas (TO), do ProCultura, do Governo do Tocantins, seguindo o padrão do Sistema Nacional de Cultura (SNC), além de servir para outros editais da iniciativa privada (Rumos Itaú Cultural, Vivo, Natura...). O público alvo será formado por artistas das mais diversas áreas, como escritores, poetas, pintores, escultores, dançarinos, teatrólogos, artesãos e outros, bem como produtores e agentes culturais do Município. A idade mínima para participação é a partir de 16 anos.

 

De acordo com Ronaldo Teixeira, a procura tem sido ótima. "Temos cerca de 50 pessoas já inscritas, o que demonstra que os artistas palmenses realmente necessitam desse tipo de capacitação. Ainda mais, diante da prorrogação da Lei Aldir Blanc, que deverá ter mais editais lançados no Estado e nos municípios que não o fizeram em 2020", pontua o oficineiro.

 

Ainda de acordo com o oficineiro, a capacitação de artistas, agentes e produtores culturais se dará por meio de teoria e prática. "Estou criando grupos no whatsapp para cada turma, a fim de facilitar a comunicação e proporcionar uma assessoria mesmo após a realização de cada oficina. O objetivo é ver o artista com a sua ideia formatada ao final", finalizou o oficineiro.

 

Ronaldo Teixeira

Ronaldo Coelho Teixeira, poeta, escritor e jornalista cearense, radicado no Tocantins. Por quatro (04) vezes foi ganhador da Bolsa Maximiano da Matta Teixeira, do Governo do Tocantins (inclusive, o último edital ProCultura, de 2013, ainda não pago pelo Estado), formatando, ele mesmo, todos os projetos literários de sua autoria, como Visuautoretrato, sobre a vida e obra do artista plástico Mauro Cunha (In Memorian), que ficou como suplente (https://central3.to.gov.br/arquivo/276254/) e Agenda Tocantina 2015 (https://central3.to.gov.br/arquivo/276266/); Formatou e emplacou outros projetos em outras áreas para diversos artistas, como de Música, do cantor e compositor Dorivã “Folia Dourada” – Gravação de CD de Música (https://central3.to.gov.br/arquivo/276224/) e também de Chiquinho Chokolate. Formatou o Projeto Meninos do São João, do cantor Dorivã, no edital Itaú/Unicef 2015/2016, que chegou a ser finalista em Goiânia, Goiás. (https://premioitauunicef.cenpec.org.br/finalista-e-semi/11a-edicao-2015-2016-semifinalistas/); formatou o projeto "Feira de Cá - Keila Lipe Interpreta Sucessos Tocantinenses nas Feiras de Palmas", também aprovado no Promic 2019; formatou o projeto "Chico Fran Entre Amigos", do cantor e compositor, aprovado no edital de Música da Lei Aldir Blanc no Tocantins; e também tem aprovado seu projeto "Antologia Tocantina 2021 José Gomes Sobrinho", no edital de Literatura da Lei Aldir Blanc no Tocantins.

 

Participou ativamente do movimento cultural em Gurupi e no Estado do Tocantins, desde à época de Goiás, atuando como conselheiro municipal de Cultura e presidente da Associação de Artes de Gurupi (AAG). Atuou como coordenador de Arte e Cultura na Fundação Cultural de Gurupi e depois Secretaria Municipal de Cultura de Gurupi, entre 2005 e 2012, quando formatava e realizava projetos culturais dos mais diversos, como festivais de música, concursos de poesia, festejos juninos, fóruns municipais e intermunicipais de Cultura. Inclusive, emplacou um financiamento a fundo perdido de R$ 110 mil reais junto ao Governo Federal, para aquisição de equipamentos e instrumentos musicais para a Fundação Cultural de Gurupi em 2010, por meio da plataforma Siconv.

 

Promic

O Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic), fomenta, por meio de edital, projetos artísticos, culturais e de cidadania com recursos financeiros do Fundo Municipal de Apoio à Cultura, da Prefeitura Municipal de Palmas, por meio da Fundação Cultural de Palmas. O Promic tem como objetivo fomentar, incentivar, valorizar, estimular, fortalecer, capacitar e difundir bens e serviços culturais em Palmas, patrocinando por meio de seleção pública, projetos  que buscam  realizar pesquisas, criação, produção e circulação de trabalhos culturais e artísticos.

 

Serviço

O quê: Projeto "CIRCUITO OFICINEIRO – OFICINA DE FORMATAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS", de Ronaldo Teixeira, aprovado no Promic, define novas datas das oficinas em Palmas

Como: realização de oficinas com acesso gratuito

Onde: Plano Diretor (centro); Região Sul; Região Norte; e Taquaralto, em Palmas–TO. (Locais a serem definidos)

Quando: 29/05; 12/06; 19/06 e 26/06/21 – das 13h às 18h30

Informações: (63) 9 9230-3182 / Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Aldir Blanc: formulário para prestação de contas já está disponível

Aldir Blanc: formulário para prestação de contas já está disponível

 

Da Redação e Adetuc

 

 Os aprovados nos editais lançados pelo Governo do Estado, por meio da Adetuc, têm acesso ao documento pela plataforma do Mapa da Cultura.

 

 

Já está disponível, no site da Agência de Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), o formulário para prestação de contas dos premiados nos com recursos recebidos da Lei 14.017 (Lei Aldir Blanc). O documento está disponível na plataforma do Mapa da Cultura (http://mapa.cultura.to.gov.br), na aba oportunidades.

 

Obrigatória, a prestação de contas demonstra e comprova a execução do projeto contemplado, por meio de relatórios, declarações, vídeos, registros fotográficos. Comprovação da execução financeira e da utilização adequada do recurso público é feita por meio de documentação fiscal. O prazo final para execução de todos os projetos é 15 de novembro e a entrega do formulário final, 15 de dezembro.

 

“A prestação de contas garante transparência e legalidade tanto para os proponentes dos projetos quanto para o Governo do Estado”, ressalta o presidente da Adetuc, Jairo Mariano, enfatizando o empenho da gestão Mauro Carlesse na gestão destes recursos.

Em caso de dúvida, os proponente poderão recorrer às oficinas sobre prestação de contas, disponíveis no canal do Youtube da Adetuc, à cartilha publicada no site www.adetuc.to.gov.br, ou ainda pelos canais de atendimento direto, via  WhatsApp (63 99294-4721) e email (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

 

Pela Lei Aldir Blanc no Tocantins, foram premiados 382 projetos de iniciativas culturais, distribuídos pelos 13 editais emergenciais de fomento à cultura, totalizando a execução de R$ 17.330.850,46, compreendendo 94% do valor repassado ao Estado. Os projetos contemplados foram dos segmentos de música, artes visuais e cênicas, literatura, audiovisual, áreas técnicas, além de cultura tradicional popular e urbana.

 

 

Proponentes já podem acessar formulário no portal do Mapa da Cultura

Foto:

Henrique Lopes / Governo do Tocantins

Pirei!: arte, psicologia e espiritualidade em clipe 100% tocantinense

Pirei!: arte, psicologia e espiritualidade em clipe 100% tocantinense

Por Cinthia Abreu
 
 

“Pirei” estará disponível nas principais plataformas musicais a partir desta quarta-feira, 05

“Pirei! Quebrei, joguei tudo no chão, pulei de ponta cabeça machuquei a mão”.  Uma pequena dose de loucura não faz mal a ninguém, é o que expõe o novo single do psicólogo, cantor e compositor Piettro Lamonier. O que aparentemente parece ser uma provocação, na verdade, pode se tornar uma maneira de sobreviver em meio ao caos diante das dificuldades dos últimos tempos. “Afinal, quem não está pirando com a pandemia?”, questiona o artista, respondendo ainda que “pirar" pode sim ser uma saída.

O lançamento do clipe acontecera na próxima quarta-feira, 5, no Youtube e Instagram, por meio dos canais de Piettro Lamonier. O single também será lançado, simultaneamente, nas plataformas de streaming de música como Spotify e Deezer, dentre outros.

O músico e psicólogo lembra que o distanciamento social, causado pela pandemia, trouxe ainda mais situações de stress, ansiedades, inseguranças financeiras e emocionais, cobranças de produtividade profissional e acadêmica. “Pirei é uma canção que chega para transformar e expurgar o que nos bloqueia, do que nos impede de sermos um rio num fluxo tranquilo e harmonioso”, explica. Ainda segundo Piettro, a canção demostra que é necessário encontrar novos meios de extravasar os sentimentos. “Não digo de nos expormos aos riscos, mas sim de soltar a criatividade, encontrando novos caminhos”, declara o artista.

Clipe

A direção geral é de Piettro Lamonier, de fotografia e edição de Roberto Giovannetti, da Vanguarda Audiovisual, e de arte de Marcus Garcia. A produção musical é de Fred Garibalde. Antes do lançamento, o artista cria um clima de suspense com o lançamento do teaser com um “reaction”, que mostra as reações de pessas que já asisstiram à produção. Para não perder o lançamento, basta seguir as redes sociais do artista (@piettrolamonier).

Carreira
Piettro Lamonier tem mais de 20 anos de carreira artística no Tocantins. Sempre muito versátil, já trabalhou com teatro, TV e cinema, além de fazer parte de vários grupos musicais como Desconcerto, Mestre Kuca e Cerrado Novo. Hoje, assume a direção do grupo Tukan e já tendo lançado seu primeiro trabalho de uma carreira solo intitulado Preguicinha, este segundo vem como um contraponto complementar de sua visão artística, chamado Pirei.

Ficha Técnica
Direção: Piettro Lamonier
Direção de Fotografia e Montagem: Roberto Giovannetti
Direção Musical: Frederico Garibalde
Direção de Arte: Marcus Garcia
Roteiro: Piettro Lamonier e Viviane Veloso
Produção: Gabriel Deeaz
Produção Audiovisual: Vanguarda Audiovisual
Set Assist.: Eziel Cabral Araújo
Maquiagem: Isabela Bernardes e Taise Gomes
Atriz: Diana Geniath
Ator: Raphael Geniath
Marketing Digital: Mariana Ferreira
Designer Gráfico: Vanessa Ferreira
Patrocínio: Taís Balduíno Arquitetura e Cia
Apoio: Daniel Kowalski, Predrinho Sousa, Iury Grooveman, Gabriel Sousa, Rodriguez Locações, Tudo Elétrico, Lívia Tâmara e Elton Figueiredo.
Assessoria de imprensa: Cinthia Abreu

Serviço
O quê – Lançamento Clipe Pirei!, de Piettro Lamonier
Quando – Quarta-feira, 5/05
Onde – Youtube, Instagram e plataformas de streaming de música como Spotify e Deezer, dentre outros
 Nival Correia é destaque no Cena Protagonista desta quarta-feira

Nival Correia é destaque no Cena Protagonista desta quarta-feira

Por Cinthia Abreu

 

Com uma carreira artística que passeia pelas artes cênicas, quadrilhas juninas, produção cultural e audiovisual, Nival Correia conta um pouco da sua trajetória nesta quarta-feira, 12, no Programa Cena Protagonista. Apresentado pela atriz e produtora cultural Bell Gama, da Cia Cenaberta de Teatro, a exibição acontece às 21 horas, nas redes sociais (Youtube e Facebook) da Cia Cenaberta.

 

Ator, diretor, produtor cultural, cineasta, formado em Geografia, Nival nasceu em Passagem Franca (MA). Chegou ao Tocantins em 1992, aos 19 anos, trabalhou por vários anos como gerente de posto de saúde e, embora o teatro não fosse uma vocação, criou, na unidade de saúde onde trabalhava, o espetáculo Fermento na Massa, que tratava da saúde em comunidade. Teve sua primeira experiência com quadrilha junina, em 1996, quando foi convidado pela quadrilha Caipiras do Borocoxó para inserir o teatro na quadrilha junina. Participou da Companhia Raízes de Teatro Amador entre os anos de 1994 a 1996 e, em 1999, recebeu o convite do ator Cícero Belém para participar da Cia Chama Viva, fato que o fez abandonar o trabalho na saúde para se dedicar somente ao teatro, começando então sua carreira profissional.

 

Cinema

No cinema, Nival Correia atuou em Xingu (Cao Hamburger), na produção espanhola Descalço sobre a Terra vermelha, sobre vida de Dom Pedro Casaldáliga, e das tocantinenses Um Lagarto a caminho do Bonfim, de Hélio Brito; Tempos Difíceis e Som de lá, de Caio Brettas. Hoje, presta consultoria para quadrilhas juninas, dirige trabalho no campo das artes cênicas como o espetáculo “Zé” de A Barraca Cia de Artes, e é sócio proprietário da produtora Spatium Arte e Cultura. É também diretor da série “O Boneco de Barra e o Rei”, gravado no Tocantins no ano de 2017 e transmitida pelos canais da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), por meio da Chamada Pública da Linha de Produção de Conteúdos destinados às TVs Públicas (Chamada Pública BRDE/FSA Prodav), dentre outras produções audiovisuais.

 

Cena Protagonista

Este é o 4º programa da temporada, que já entrevistou o poeta Osmar Casagrande, o mestre de cultura popular Wertemberg Nunes e o escritor Josafá Miranda. O Cena Protagonista vai ao ar toda quarta-feira, às 21 horas, nas redes sociais da Cia Cenaberta. O bate-papo envolvente e repleto de muita densidade artística de cerca de uma hora, a atriz entrevista personalidades do meio artístico, como escritores, atores, cineastas e músicos.

 

O programa é produzido e apresentado pela atriz Bell Gama, com a direção do ator e diretor Kaká Nogueira, e colaboração de Bruno Barbosa e Fernanda Barbosa. O Projeto foi contemplado pelo Prêmio Aldir Blanc, da Fundação Cultural de Palmas, Prefeitura Municipal de Palmas, com apoio do Governo Federal – Ministério do Turismo – Secretaria Especial da Cultura e Fundo Nacional de Cultura.

  

Apresentadora

Bell Gama é atriz e produtora cultural, sócia-fundadora da Cia. Cenaberta.  No teatro, dirigiu leituras dramáticas para o Sesc-TO, como: Escola de Mulheres – Molière – (2007) e A História é uma Istória – Millor Fernandes (2014). Atuou em vários espetáculos, entre eles: Tupy or not tupi (2002-2004; Paixão de Cristo (2003-2004); O musical: O Resgate de Roseline Brow (2007); Dias Difíceis (2012-2016); ; L!ngua preZa (2016); O Antiquário Frankl (2019-2021); e De Caso com a Solidão (em montagem) Realizou a Produção executiva e Assistência de direção da Comédia  Drácula.

 

No cinema atuou nos curtas: Cheque ou Mate (2008); Tempos Difíceis (2010); O Som de Lá (2012); e, Edital Cultural (2016). Também atuou nos longas: O Nome da Morte (2018); O Pastor e o Guerrilheiro (2020) e das séries: Para TV Brasil – O Boneco de Barro e o Rei (2018); e Para Netflix – O Escolhido, segunda temporada (2019). Bell Gama é também arte-educadora e coordenadora pedagógica do Projeto Poquelin – Formação inicial para o teatro, promovido pelo grupo teatral da qual é integrante. Desde 2002, tem a personagem “Raymunda” que faz esquetes do cotidiano.

 

Ficha técnica:

Produção / Apresentação: Bell Gama

Coprodução: Cia. Cenaberta

Direção: Kaká Nogueira

Ascom: Cinthia Abreu

Redes Sociais: Fernanda Barbosa

Edição: MZN / Cena Filmes / Bruno Barbosa

Música de Vinheta: Ivan Lins, interpretada por Mônica Soares

A dança é uma das riquezas da cultura tocantinense

A dança é uma das riquezas da cultura tocantinense

 

Somos seres dançantes. A expressão corporal em forma de movimentos ritmados é inevitável, seja qual for a cultura ou a época da civilização. Tanto que a arte rupestre das cavernas revela que nossos ancestrais já dançavam em torno das fogueiras, há mais de 40 mil anos. Para celebrar esta arte, o Comitê Internacional da Dança (CID) da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), instituiu o Dia Internacional da Dança em 1982, comemoração em 29 de abril.

A dança usa o corpo como instrumento, assim como o pintor utiliza pincéis e tela para criar seus quadros. Pode ser clássica (surgida no século 19), moderna (século 20), contemporânea (estilo criado a partir dos anos de 1960), milenar (com propósitos ritualísticos). Pode ser dançada nos salões de festas, como o bolero, o passo doble, o mambo, a valsa, o tango, o samba de gafieira e até o nosso amado forró, ou traduzir as manifestações do Movimento Hip Hop, com as danças urbanas. Pode ser folclórica, como as quadrilhas juninas e os mais variados estilos que povoam o Carnaval brasileiro. E pode ser primitiva, quando surge de maneira espontânea e passa a ser praticada em uma localidade, como ocorre com as comunidades mais tradicionais do Tocantins, quilombolas e indígenas.

A dança no Brasil é o resultado da fusão entre os costumes indígenas, africanos e portugueses. Não seria diferente no Tocantins, que registra a Suça, o Tambor e a Jiquitaia como ritmos tradicionais.

Danças do Tocantins

Por ser considerado um ritmo e uma dança legitimamente tocantinenses, a suça ou súcia foi tema de inventário do patrimônio histórico, realizado pelo Governo do Estado, por meio de seu órgão de gestão cultural.

A dança também foi apresentada em Paris, no evento “Ano do Brasil na França”, em 2005, através do grupo Jiquitaia, formado por alunos da Escola Estadual Dr. Abner Araújo Pacini, do município de Almas.

Trata-se de uma manifestação de dança que integra sons de viola, tambores, pandeiros, caixa e ou instrumentos de metal e sopro. Está presente em diversas festas religiosas do catolicismo popular. É dançada em Arraias, Paranã, Almas, Natividade, Santa Rosa do Tocantins e Monte do Carmo, Silvanópolis, Chapada da Natividade, Porto Alegre do Tocantins, Conceição, Porto Nacional e Peixe, além de outras localidades.

Segundo o inventário, a maneira como a suça se manifesta depende da especificidade de cada lugar. Em Almas, a suça era reconhecida como dança do tambor. Já em Monte do Carmo, suça e tambor são consideradas por seus praticantes como formas de expressões distintas: a dança do tambor é da festa de Nossa Senhora do Rosário, dançada no toque dos tambores, e a suça é do Divino Espírito Santo, ao som de pandeiros e violas. Em Natividade, nos giros das folias, a suça, também chamada de batuque, é dançada ao som da viola, pandeiro e caixa. Já no tambor, o tambor ronca ou de rabo e o tamborim se juntam aos instrumentos da folia, para o cortejo do capitão do mastro do Divino Espírito Santo.

No município de Paranã, só os instrumentos de percussão dão o tom da dança da suça, tanto nos pousos, quanto no cortejo das festas de São João Batista e Divino Espírito Santo. Outra característica observada somente nesse município é o fato da comunidade se reunir fora do período das festas religiosas para brincar ao som dos tambores. Quem dança a suça em Paranã é chamado de suçeiro.

Em Arraias, o homem que dança é conhecido como suçador, e a mulher, suçadeira. Na comunidade Quilombola de Lagoa da Pedra, a suça é dançada no ritual da Roda de São Gonçalo, ao som do bumba, uma espécie de caixa grande, da caixa e do pandeiro. Na comunidade de Cana Brava é dançada no Sábado de Aleluia, na festa de malhação do Judas. Nas festas de Nossa Senhora dos Remédios, padroeira da cidade, São Sebastião e Livramento, é dançada ao som da caixa, pandeiro e viola. Em Arraias, a suça também é chamada batuque ou samba.

Em Santa Rosa – na cidade, na Fazenda Engenho e na Comunidade Morro São João, o tambor reverencia as almas durante Festejos das Santas Almas Benditas, no dia de Todos os Santos, quando também ocorre a saída dos Congados.

A jiquitaia é apontada como marca coreográfica dentro da suça, tida pelos brincantes como um dos momentos mais divertidos, geralmente cantada para encerrar a diversão, com paços acelerados que lembram as coceiras provocadas pelas formigas jiquitaia.

Ainda segundo a pesquisa, as diferenças entre suça e tambor são marcadas pelos seus brincantes através dos passos da dança, pela execução dos toques dos tambores e pelas letras das músicas. A suça é dançada de forma mais rápida que o tambor.

Editais

Os impactos da pandemia de Covid-19 foram sentidos pelas escolas de balé e grupos de dança do Estado. De acordo com a titular da Cadeira de Dança e presidente em exercício do Conselho de Política Cultural do Tocantins (CPT-TO), Meire Maria Monteiro, todos os representantes da dança folclórica, tradicional, moderna, clássica e danças urbanas estão sofrendo com o momento de calamidade pública.

Entre os grupos tradicionais com maior relevância, somente o Grupo Tia Benvinda, de Natividade, tem conseguido se manter produtivo. Já a maioria das escolas de dança fecharam suas portas, restando, em Palmas, somente quatro, além do Ponto de Cultura do grupo Sombras do Hip Hop, que atua de forma independente, com quase 600 alunos, na região Sul da Capital.

O Estado, por meio da Secretaria de Educação, Juventude e Esportes (Seduc), mantém o Balé Popular do Tocantins desde 2013, oferecendo aulas de dança gratuitas a crianças e jovens do Estado. Em 2019, mais de 500 jovens bailarinos foram atendidos nos cinco polo do projeto. No momento, o projeto encontra-se com as aulas suspensas em função da pandemia.

Para reduzir os impactos da pandemia junto aos artistas da dança, o Governo do Estado, por meio da Agência do Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), lançou edital específico para a Dança, com aporte financeiro federal, viabilizado pela Lei Aldir Blanc. O Edital 16 destinou R$ 950 mil para projetos deste segmento. No total, foram inscritas 45 propostas e aprovadas 21, totalizando a distribuição de R$ 945.127,79 em prêmios. Há, ainda, projetos aprovados no Edital 3, na categoria Artes Cênicas, que contemplam projetos de dança. Todos deverão ser executados ao longo de 2021.

“A missão do Governo do Estado é minimizar os impactos provocados pela pandemia, sendo os editais um destes mecanismos”, aponta do presidente da Adetuc, Jairo Mariano, ressaltando a importância da dança, em todas as suas vertentes. “Juntos, estamos trabalhando para superar este momento difícil e para reativar os grupos de dança que tanto contribuem com a preservação da nossa cultura”, completa.

 

Foto acima:

Grupo de Suça Tia Benvinda mantém viva dança das senzalas - Flávio Cavalera /Governo do Tocantins

 

 

Histórias Daqui resgata lendas e curiosidades da região amazônica

Histórias Daqui resgata lendas e curiosidades da região amazônica

 

 

Projeto é realizado pelo ator Carlos Gontijo e o Grupo Um Ponto Dois de Teatro

 

As gravações da série Histórias Daqui tiveram início neste sábado, 08. Produzida pelo ator Carlos Gontijo em parceria com o Ponto de Cultura e Grupo Um Ponto Dois de Teatro, a série de contação de histórias terá oito episódios e, em cada um deles, o ator Carlos Gontijo recebe um convidado para juntos contarem lendas e curiosidades da região amazônica do País através do teatro de animação. A estreia está prevista para o mês de agosto, mês de destaque da cultura popular brasileira, sendo exibida no canal do Youtube do Ponto de Cultura do Grupo Um Ponto Dois de Teatro.

 

A direção dos episódios é do ator Justino Vettore. “Nosso país é repleto de histórias fantásticas, nossa cultura popular é rica em todos os sentidos e estamos muito felizes por contar essas histórias através do teatro de animação e outras técnicas na linguagem audiovisual”, disse. O figurino e os cenários são assinados pela artista Vivian Oliveira. “Nossa principal inspiração está nos programas infantis de contação de histórias da década de 90, mesclando com nossos elementos regionais. Muitas cores e muito material reciclado para mostrar as crianças que para contar uma história basta querer”, adianta.

 

A música tema da série será cantada pelas crianças do Projeto Veredas, acompanhadas por instrumentos musicais da região Norte do país e produção musical de Diego Brito. O projeto está sendo gravado ao longo do mês de maio com equipe reduzida em estúdio e apenas dois atores por episódio, respeitando normas da Organização Mundial de Saúde (OMS.

 

Projeto

O projeto tem o patrocínio do Governo do Tocantins por meio da Agência de Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), via edital da Lei Aldir Blanc. Para o ator Carlos Gontijo, que assina pela primeira vez como produtor de um projeto audiovisual, essa experiência foi possível graças a Lei Aldir Blanc. “Vivemos um momento muito delicado da história, não só no nosso País. Mais do que nunca o resgaste da nossa cultura é de extrema importância e a Lei Aldir Blanc, além de dar suporte aos artistas nesse momento difícil, está oportunizando projetos riquíssimos como o nosso”, conclui.

 

Ponto de Cultura Itinerante Um Ponto Dois

O Grupo Um Ponto Dois de Teatro realiza suas ações em espaços públicos e virtuais. Durante a pandemia, tem desenvolvido ações através das redes sociais e plataformas digitais. O grupo Um Ponto Dois foi fundado em 2012 por jovens artistas residentes da capital tocantinense e reconhecido como Ponto de Cultura no ano de 2016, tendo como missão a promoção, difusão e proteção da arte e da cultura brasileira, por meio do teatro.

 

 

Crédito da foto: Flaviana Ox/ Divulgação

 

O cantor Chico Fran tem projeto aprovado pela Lei Aldir Blanc e contará com participações

O cantor Chico Fran tem projeto aprovado pela Lei Aldir Blanc e contará com participações

 



Quando um projeto é bonito, ele já nasce com estrelas. Assim é o do cantor e compositor Chico Fran, com "Chico Fran Entre Amigos", que contará com participações especiais de cantores e intérpretes renomados, como Lucimar, Domingos de Assis, Humberto Carlos, Matheus Mancine, e Diego Castelo Branco. A ação cultural, uma das aprovadas  no edital da Lei Aldir Blanc no Tocantins, disponibilizará nove de suas músicas no canal do artista no YouTube, em junho desse ano. Mais informações pelo telefone (63) 9 9230-3182 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Visceral, assim o cantor, compositor, arranjador, diretor musical e multiinstrumentista, Lucimar, que, inclusive é o produtor musical do Projeto, define 'Chico Fran Entre Amigos'. "Na verdade, o disco, assim podemos colocar, do Chico Fran talvez tenha sido o trabalho mais visceral, mais âmago, mais coeso que eu já produzi. Em todos os aspectos. Qualidade de produção e porque ele é muito verdadeiro, ele traduz o Chico Fran. O que ele quer passar, o que quer dizer, enfim, é uma cópia fiel do autor. É isso", destacou Lucimar, que também participa como convidado na música 'Correndo atrás do sim'.

Humberto Carlos, cantor e intérprete renomado, dono de um timbre musical fantástico, e irmão do Lucimar, disse que foi uma honra ter sido um dos convidados para participar do Projeto. "Fui convidado pelo Chico Fran a participar do Projeto 'Chico Fran Entre Amigos', o que para mim foi uma honra. Eu tive o prazer de gravar junto com ele a mesma faixa, uma linda música com o título 'Isabela', maravilhosa. Obrigado meu amigo Chico Fran pela oportunidade de cantar com você essa linda canção", agradeceu o artista.

Para o cantor Domingos de Assis, de Paraíso do Tocantins, mas que atualmente reside em Lajeado e canta - antes da pandemia, claro - nas noites palmenses e, para quem não sabe, tem uma longa e linda trajetória musical no então Norte goiano, antes do Tocantins ser criado, inclusive, era músico e proprietário da Banda BigSom, na qual, o cantor e compositor Chico Chokolate cantou pela primeira vez ainda na década de 1980, também foi uma alegria e uma honra ter sido convidado para participar do Projeto. "Me sinto honrado em participar do Projeto junto com o Chico Fran, claro. Além de ser um grande companheiro, ele é um grande compositor. Admiro muito o seu trabalho e agradeço muito pelo convite", afirmou o cantor, que participa como intérprete convidado na faixa "Nem eu acredito".

Já Diego Castelo Branco, cantor maranhense radicado em Palmas (TO), e que também atua nos barzinhos da capital, o convite foi recebido também com alegria. "Já tenho admiração pelo artista e ser humano Chico Fran desde o ano de 2013, quando o conheci na noite de Palmas. Em 2020 tive a honra de interpretar algumas belíssimas canções dele num projeto do Estado do qual participei. E ainda nesse ano tive o feliz convite pra participar como intérprete do projeto desse artista incrível, que viaja entre os ritmos, sentimentos, emoções de uma forma que toca quem o ouve", disse o artista que participa cantando a música 'Na noite'.

E para Matheus Mancine, que participa na interpretação de 'Irritado', cantor paulistano talentoso e que atua em várias frentes na cena musical palmense, solo, no 3Nós e no Coletivo Cerrado Novo, um verdadeiro frontman no palco, esse era um antigo desejo. "Eu me senti lisonjeado e privilegiado para cantar essa música com o Chico Fran. Porque eu sou muito fã dele, das músicas dele, e dessa música em especial. Eu lembro que a primeira vez em que eu o vi cantando, no extinto Fim de Tarde Bar, em Palmas, nossa, eu pirei e falei: esse cara é massa demais, as músicas são muito boas, e aí, depois que nos conhecemos aí é que eu me apaixonei pela figura que ele é. Tanto, que eu falei para ele que precisava gravar uma música dele qualquer dia. E agora deu certo", ressaltou.

Chico Fran Entre Amigos
O Projeto "Chico Fran Entre Amigos" prevê a gravação de nove (09) músicas inéditas de autoria do cantor e compositor cearense, radicado em Palmas, Tocantins, Chico Fran, com parceiros e participações especiais. O Projeto está sendo realizado em um estúdio musical na Capital, com a produção musical e arranjos das canções em março; gravação em abril e maio; e disponibilização em plataforma musical virtual (canal do artista no YouTube) em junho desse ano.

A relação das músicas, bem como os nomes dos intérpretes convidados, você confere a seguir: 01 - Tô de saco cheio - intérprete: Chico Fran; 02 - Irritado - intérpretes: Chico Fran e Matheus Mancine; 03 - Samba da Cris - intérprete: Chico Fran; 04 - Isabela - intérpretes: Chico Fran e Humberto Carlos; 05 - Correndo atrás do sim (Chico Fran/Lucimar) - intérpretes: Chico Fran e Lucimar; 06 - Nem eu acredito - intérpretes: Chico Fran e Domingos de Assis; 07 - Na noite - intérpretes: Chico Fran e Diego Castelo Branco; 08 - Andejo - intérprete: Chico Fran; 09 – Morro Branco - intérprete: Chico Fran.

Chico Fran
Francisco Batista Filho, cujo nome artístico é Chico Fran, é cearense de Catarina onde nasceu em 1953. Divorciado, pai e advogado. Residiu por cerca de 30 anos em São Paulo, Capital e desde 2010 radicou-se em Palmas, Tocantins. Poeta, começou  a  escrever  aos 14 anos,  quando  participou de um concurso de poesias na Escola Mario Kozel Filho, em São Paulo (SP). É autor de mais de 600 poemas e de mais de 150 músicas. Possui parcerias com Almir Bispo, de São Paulo (SP), e com Lucimar, Josifran, Clayton Barsatto, Relmivam Milhomem, Ronaldo Teixeira, e João Ícaro (In Memorian), todos de Palmas (TO).
 
Na década de 1990 tocou muito em barzinhos  em São Paulo (SP). De 2000 a mais ou menos 2008, deu uma parada na questão da música, tendo, no entanto, continuado escrevendo. A partir de 2010, em Palmas (TO), estreitou amizades com os parceiros  citados,  tocou em bares e fez várias participações junto  com  outros artistas locais. Gravou música de sua autoria com a produção de Clayton Barsatto e com a produção  de Frederico Garibaldi "Fred". Participou em 2019 do programa Nosso Som, da TV Assembleia da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins, disponível no canal do YouTube daquela Casa de Leis. Ainda em 2019, participou do Projeto da ADETUC – Sexta de Cultura, cantando numa feira de arte, realizada na Praça dos Girassóis em Palmas (TO).

Lei Aldir Blanc
A Lei Aldir Blanc (Projeto de Lei 1.075/2020) objetivou aos municípios a possibilidade de gerarem renda mensal emergencial de R$ 600 aos trabalhadores do setor, subsídios para a manutenção de espaços artístico-culturais e a promoção de instrumentos como editais e prêmios, entre outros. O montante aplicado pelo Ministério do Turismo por meio da Secretaria Especial da Cultura - mas não utillizado por todos os municípios brasileiros, infelizmente - é algo inédito na história dos investimentos públicos na área da Cultura, além de representar um auxílio extremamente necessário aos agentes da Cultura nesse momento de pandemia. Foram R$ 3 bilhões em recursos para todo o país. Para o Tocantins, o repasse foi de R$ 35.137.985,22, segundo o Governo do Tocantins, por meio da Agência do Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), disponível no link https://adetuc.to.gov.br/noticia/2020/10/7/conselho-de-politica-cultural-discute-edital-estadual--para-acesso-aos-recursos-da-lei-aldir-blanc/.

Serviço
O quê: Projeto "Chico Fran Entre Amigos", aprovado no edital da Lei Aldir Blanc no TO, conta com participações especiais de: Lucimar, Humberto Carlos, Domingos de Assis, Matheus Mancine e Diego Castelo Branco
Como: gravação de 09 músicas autorais com 05 convidados para disponibilização em plataforma virtual com acesso gratuito
Onde: https://url.gratis/QxOro (canal do cantor no YouTube)
Quando: de março a junho de 2021
Informações: (63) 9 9230-3182 / Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Fonte: Ronaldo Teixeira

Adetuc prestigia abertura da oficina de artesanato indígena contemplado pela Lei Aldir Blanc

Adetuc prestigia abertura da oficina de artesanato indígena contemplado pela Lei Aldir Blanc

Da Redação e  Ascom Adetuc

 


 Projeto de artesanato indígena foi premiado pelo edital da Lei Aldir Blanc, que inicia primeira etapa, na aldeia Montes Belos em Tocantínia

Com apoio do governo do Estado, por meio da Agência do Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), teve início nesta quinta-feira, 06, a oficina de artesanato, referente a primeira etapa do projeto de Artesanato Indígena, premiado no edital de Cultura da Lei Aldir Balnc (LAB). O evento ocorreu na aldeia Montes Belos e reuniu, no município de Tocantínia, a 98 km de Palmas, representantes das aldeias Espaço Livre, aldeia Boa Esperança e aldeia Montes Belos. O evento contou ainda com a participação da gerente de Fomento e Cultura da Adetuc, Núbia Dourado que, na ocasião, representou o presidente da pasta, Jairo Mariano.
A cerimônia de abertura do evento, contou com a participação dos anciões indígenas Sandoval de Brito e Lourdes smikadi Xerente, que, na ocasião, destacaram a importância desse prêmio da Lei Aldir Blanc para o resgate da cultura e da arte de fazer artesanato nas aldeias. Nesse sentido, serão realizadas oficinas dentro das aldeias para que esse conhecimento seja transmitido aos mais jovens. Os participantes receberão alimentação e um kit com insumos básicos para iniciar a produção de peças. Além das oficinas, serão realizadas rodas de conversa para o repasse de outros conhecimentos referentes a etnia, visando a valorização cultural.