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    Blog Cultura & Sociedade

    Estudos apontam informalidade e exclusão digital como maiores desafios enfrentados pelas juventudes no pós-pandemia

    Por Núbia Dourado7 de julho de 20224 minutos de leitura

    Impactados pela pandemia de Covid-19, os empregos formais foram reduzidos para jovens da periferia devido ao processo de  digitalização e aumento do home office . O empreendedorismo cresceu entre as juventudes, mas também as desigualdades digitais e na educação. É o que apontam os estudos: “O mercado de trabalho para as juventudes no Brasil pós-pandemia” e “Educação para as juventudes brasileiras depois da Covid-19”, elaborados pelo Porvir.

    Enquanto os jovens com nível socioeconômico mais alto tiveram que enfrentar o ensino remoto e a digitalização do trabalho, muitos de outras classes sociais sequer conseguiram acessar aulas ou participar do mercado formal. De acordo com Tatiana Klix, diretora do Porvir, as tendências observadas já estavam presentes antes da pandemia, mas o período de isolamento social e a crise econômica as intensificaram.

    Já o estudo “Retrato do Trabalho Informal no Brasil: Desafios e Caminhos de Solução”, desenvolvido pela Fundação Arymax, aponta hipóteses para explicar o cenário da informalidade. Entre elas estão fatores como: conjuntura econômica, políticas públicas e redução de oportunidades. O levantamento mostra que entre os jovens que estão no mercado de trabalho informal, a maioria pode ser classificada como “informal de subsistência”, quando é uma estratégia para sobrevivência e não uma opção.

    Para Mariana Resegue, Secretária Executiva da Em Movimento, a Covid-19 acentuou os desafios já vividos pelos jovens. Conforme dados da pesquisa Juventudes e a Pandemia do Coronavírus 2021, 55% dos jovens procuraram formas de incrementar seu rendimento pessoal ou familiar. “A busca por complementação de renda influencia diretamente a permanência na escola: 36% dos jovens não estavam estudando, sendo que a maior parte deles diz ter parado os estudos durante a pandemia.”

    Caminhos possíveis

    Para Tatiana Klix, a redução das desigualdades no acesso à educação passa pela priorização da equidade. “Não basta oferecer vagas em escolas, se os gestores e educadores não conseguirem criar condições para que todos se desenvolvam de forma integral.”

    Entre os caminhos apontados no relatório da organização, estão: monitoramento de dados; formação de professores; implementação adequada da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e do Novo Ensino Médio; construção de uma escola mais atrativa para jovens; desenvolvimento socioemocional e articulação intersetorial.

    Mariana Resegue chama atenção para a necessidade de políticas públicas robustas, destacando a diminuição do orçamento para as juventudes e a falta da temática no plano plurianual do governo federal em 2020.

    Natália Leme, responsável pelas parcerias estratégicas e programas da Arymax, acredita que as intervenções para a redução da informalidade no Brasil podem ser classificadas em quatro grupos:  facilitar a formalização, promover uma cultura de conformidade legal, garantir a proteção social e promover o desenvolvimento produtivo.

    Ela ressalta que a formação tem um papel fundamental para facilitar o acesso a vagas de empregos dignos e que tragam estabilidade. Investir em programas de formação e certificação profissional para o trabalho é uma das recomendações trazidas pelo estudo.

    O papel do Investimento Social Privado (ISP) 

    No Mapa do Investimento Social nas Juventudes, realizado pela Rede Temática de Juventudes do GIFE, em 2021, Mariana Resegue observa que ainda há muito espaço para crescer, tanto em tamanho dos investimentos, quanto em diversificação.

    Para ela, é possível contribuir fortalecendo movimentos de jovens que defendam seus direitos, e pressionando o poder público para que políticas e programas sejam desenvolvidos. “O ISP pode contribuir prototipando soluções inovadoras que, caso obtenham sucesso em resolver os desafios enfrentados, sejam replicadas em escala para impactar as juventudes de diferentes localidades do país.”

    Natália Leme acredita ser preciso sensibilizar as empresas para que criem vagas formais para o público vulnerável. “Não há bala de prata para a inclusão produtiva de jovens, nem para a redução da informalidade. Há um importante espaço de advocacy para que o poder público crie medidas que facilitem a formalização, garanta a proteção social dos mais vulneráveis e promova uma cultura de conformidade legal.”

    Fonte: GIFE

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