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    Gastronomia

    Apple e Google unem iOS e Android para combater COVID-19

    Por Núbia Dourado11 de abril de 20203 minutos de leitura

    Apple e Google anunciaram nesta sexta-feira (10) que estão trabalhando em conjunto para combater a pandemia da COVID-19 com tecnologia. As empresas estão desenvolvendo um sistema que utiliza Bluetooth Low Energy (BLE) e coleta dados para governos e agências de saúde pública na intenção de reduzir a propagação do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

    A COVID-19 se propaga pelo contato, e no lugar de utilizar o sistema de GPS dos smartphones para rastrear a localização dos cidadãos, ambas permitirão que dispositivos Android e iOS se conectem por Bluetooth de baixo consumo energético para trocar informações relacionadas a cidadãos diagnosticados positivamente para a doença.

    As empresas lançarão APIs que fazem parte da solução em duas etapas. A primeira delas acontecerá em maio, com o lançamento de APIs que permitirão a interoperabilidade entre os dois sistemas. As duas empresas não terão acesso aos dados coletados e as APIs serão utilizadas apenas por autoridades de saúde pública.

    A segunda etapa, que acontecerá nos próximos meses, permitirá habilitar a plataforma de rastreamento de contatos, e então poderá ser incorporada em outras plataformas subjacentes, informam as companhias. Ou seja: mais aplicativos e autoridades governamentais de saúde terão acesso ao sistema.

    Desta forma, o rastreamento de contato, que precisa do consentimento do usuário, poderá ser utilizado para identificar e alertar os cidadãos. O sistema não coleta informações que permitam identificar os usuários, tampouco exporta os dados para outras ferramentas que não estejam trabalhando na mesma causa, por exemplo.

    Privacidade e segurança: elementos centrais

    Para que tudo isso funcione, Apple e Google publicaram uma cartilha ilustrada para detalhar o funcionamento da parceria. Para que haja a coleta de dados, os cidadãos precisarão baixar um aplicativo; este, no caso, será oferecido por autoridades de saúde pública, e não pelas empresas.

    Segundo as companhias, a ferramenta nasce “tendo privacidade e segurança do usuário como elementos centrais”.

    Quando a ferramenta e os aplicativos forem disponibilizados, o usuário precisará baixá-lo e consentir em ceder suas informações. Neste aplicativo, entre outros, o usuário informará se foi diagnosticado positivamente para COVID-19.

    Estes dados são enviados periodicamente a cada 14 dias aos servidores das entidades públicas de saúde. Também periodicamente, são transmitidos para outros usuários, informando ou não se ela já esteve em contato com alguém testado positivamente e sem identificar outras pessoas.

    Primeira parte de tirinha ilustrada, criada em parceria entre Apple e Google.Primeira parte de tirinha ilustrada, criada em parceria entre Apple e Google.Fonte:  Apple e Google/Divulgação 

    Segunda parte de tirinha ilustrada, criada em parceria entre Apple e Google.Segunda parte de tirinha ilustrada, criada em parceria entre Apple e Google.Fonte:  Apple e Google/Divulgação 

     

    Os pacientes testados positivos não serão identificados ou terão dados compartilhados com outras pessoas, tampouco com nenhuma das empresas. Apenas autoridades de saúde pública terão acesso à utilização e distribuição das APIs.

    “Privacidade, transparência e consentimento são de extrema importância nesse esforço, e esperamos construir essa funcionalidade em consulta constante com a sociedade”, dizem Apple e Google em comunicado.

    Ambas se comprometeram em publicar informações sobre o avanço do trabalho “de modo aberto para que outras pessoas possam analisar”.

    No Twitter, os CEOs Tim Cook, Apple, e Sundar Pichai, Google, reforçaram a parceria, o apoio às autoridades de saúde, e o posicionamento de garantir privacidade dos usuários, segurança dos dados, a transparência e consentimento na coleta de informações.

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